COMOÇÃO:

BORRAZÓPOLIS: “O Adeus a Dona Terezinha”.

Milhares de pessoas passaram pela Capela Mortuária, lotaram a Missa de corpo presente e acompanharam o sepultamento.
 Foi impressionante o carinho que a comunidade de Borrazópolis demonstrou com a já saudosa “Dona Terezinha”, ou Terezinha Oliveira Leite Santos, de 52 anos, esposa do senhor “Juraci Santana” que entrou em óbito na noite de 28 de maio de 2013, após uma enfisema pulmonar, segundo apontou o exame do IML de Apucarana. Ela que foi vítima de um acidente de automóvel, e quando já estava aparentemente fora de risco, acabou falecendo pegando a todos de surpresa. Durante a caminhada com o caixão até o cemitério local, o que chamou atenção foi o lúgubre cortejo que se formou com uma multidão de pessoas que fez questão de dar o último adeus. Desfalecida, não estava apenas uma exemplar dona de casa, mãe, esposa e avô, mas uma mulher que durante toda sua vida foi conquistando o coração de cada um que a conheceu. Era impossível não se apaixonar. Com ela se vai a figura de uma vovô carinhosa que fazia tudo para fazer todos felizes a sua volta. O choro da família não era exatamente de tristeza, pois é impossível ficar triste ao pensar em “Dona Tereza”; mas era um choro de desabafo, de agradecimento, e de uma saudade profunda que se instala no coração e provocará um cicatriz inapagável. Por outro lado, muitos prefiram um silêncio a ponto de incomodar; é como se naquele momento, nada mais tivesse importância; a não ser o corpo que hora se velava inconformadamente e a alma que Deus tomava para si eternamente. Rendemos nossas homenagens, porque são de exemplos assim que estamos carentes. “Que ela descase em paz, e que o Criador possa confortar o coração daqueles que ficaram”.
REVOLTANTE: “NÃO VAMOS ACEITAR”
"Como citamos na matéria relacionada a morte de “Dona Tereza”, houve revolta da família com a demora no atendimento do Hospital Municipal; um familiar de nome Carlinhos, sogro de Leandro que é filho da vítima, chegou levemente a danificar a ambulância com uma espécie de chute ou soco, num ato de desespero de quem pedia socorro a mais de uma hora na porta a instituição. No hospital o comentário desta quarta-feira, 29 de maio de 2013, é que a Prefeitura irá processar “Carlinhos” por danos e outras acusações. Nossa opinião é que quem merece ser processado é o poder público municipal: Prefeito, vice e demais responsáveis que estão sendo irresponsáveis e colocando em risco pessoas inocentes que não tem a quem recorrer. Por tanto, quero dizer publicamente que caso a ameaça de processo se concretize; seremos testemunhas do acusado, e daremos a ele toda estrutura necessária para se defender; pois a Justiça se faz em prol dos menos favorecidos e não daqueles que promovem a anarquia quando estão no poder. Este é só um aviso, para a elite soberba que quer se passa por gente do povo, mas até nojo deles sente..."   



Ela foi uma das vítimas do acidente na rodovia que liga Borrazópolis a Kaloré e que envolveu veículo de Cruzmaltina dirigido pelo vereador “Marreco”
 O Clima de luto e comoção tomou conta dos amigos e familiares da já saudosa e querida TEREZINHA OLIVEIRA LEITE SANTOS, 52 ANOS, carinhosamente chamada de “DonaTerezinha”. Ela era esposa do agricultor JURACI SANTANA SANTOS, morador do Bairro 200 Alqueires, e faleceu na noite desta terça-feira, 28 de maio de 2013, em Borrazópolis. A notícia pegou a todos de surpresa, pois “DonaTerezinha”, estava se recuperando bem de um grave acidente ocorrido na noite de domingo, 12 de maio, de 2013, na Rodovia que PR466 entre Borrazópolis e Kaloré, quase enfrente do Campo do Bairro Patinhos. No dia dos fatos, ela ocupava uma Parati conduzida pelo esposo JURACI SANTANA SANTOS que colidiu com um Gol, de Cruzmaltina, dirigida pelo vereador MARCOS PAULO GLÉGIO, de 32 anos, mais conhecido como “Marreco”. Entre os feridos, estava TEREZINHA OLIVEIRA LEITE SANTOS, que ficou internada por alguns dias no Hospital da Providência com fraturas na perna, ferimento na cabeça e um dreno no pulmão, consequências da batida. Ela foi liberada de Apucarana, e aparentemente estava bem, mas na noite desta terça-feira, começou a passar mal na casa de sua Sogra, que fica nos fundos do prédio da antiga Ópera Tintas. Ela teve primeiro uma espécie de diarreia em seguida dor forte no peito e muita falta de ar. “Nós da família tínhamos convidado amigos e familiares para rezar um terço como gesto de agradecimento pela saúde dela, e de repente fomos surpreendidos por uma crise que ela começou a sofre” Disse a família Leucélia, ao repórter Berimbau. Após o episódio, ela foi levada para o Hospital Municipal, mas não resistiu e faleceu. A família decidiu encaminhar o Corpo ao IML para apontar a exata causa morte. A Rádio Nova Era, emitiu ainda durante à noite, uma nota com pêsames a família, e desejando que “DonaTerezinha”, possa descansar em paz, reconhecendo a grande mulher, mãe, esposa, e avó que ela sempre foi.
REVOLTA DA FAMÍLIA - Nossa reportagem conversou com o Filho de Dona Terezinha, de nome Leandro, e ele estava bastante abalado, mas fez questão de manifestar sua indignação com a demora para receber atendimento no Hospital Municipal. “Eu fui para o Hospital buscar ajuda, e fiquei implorando para que enviassem uma ambulância com um médico para anteder minha mãe que estava a cerca de 700 metros do Municipal; mas não me atenderam, disseram que não tinha como o médico sair do local, depois de uns 50 minutos, é que mandaram uma ambulância. Minha mãe ainda chegou com vida, mas pouco depois entrou em óbito” Disse Leandro revoltado. “Queria saber se fosse um rico, se o atendimento seria o mesmo; fico revoltado porque o hospital só tem ambulâncias e bons enfermeiros, mas não tem médico, e não tem organização;   é uma bagunça e gente morrendo por causa disso” desabafou ele. Leandro disse ainda que não quer culpar ninguém pela morte de sua mãe, mas acha que qualquer um ficaria revoltado ao ver a mãe pedindo socorro e não ter um atendimento emergencial. Ainda segundo ele, no dia do acidente, já houve transtornos e ela ficou mais de duas horas no hospital esperando ser transferida, já por desorganização. Durante o Velório, o senhor Juraci Santana, também fez reclamações da demora do atendimento hospitalar, inclusive um familiar chegou  a danificar a ambulância com um chute, no desespero para que o socorro fosse prestado.  Uma funcionária do hospital  que não quis se identificar, rebateu as acusações e disse que todas as providências foram tomadas, dentro da normalidade, e que esse é momento que família fica inconsolável e certas declarações não devem ser consideradas. Postado por Ronaldo Alves Senes, o "Berimbau"

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