segunda-feira, 31 de julho de 2017

POLITICA

Christiane Yared assume candidatura ao Senado

A deputada federal Christiane Yared (PR) vai se candidatar a uma vaga ao Senado na eleição de 2018. Segundo ela, sondagens feitas pelo partido mostram que ela ganhou apoio no Paraná, principalmente no interior. Apesar da nova empreitada política, a deputada afirma que manterá o voto contra Michel Temer.
Yared surgiu para a política partidária em 2014, quando se candidatou a deputada federal. Acabou sendo a deputada mais votada do estado, com mais de 200 mil votos. No meio do mandato, trocou o PTN pelo PR e dedicou a maior parte do trabalho a questões ligadas ao trânsito. O filho dela morreu em um acidente provocado pelo ex-deputado Carli Filho em 2009.
A senhora vai sair candidata ao senado em 2018?
Saio. Já sou pré-candidata ao Senado. Na esperança de poder trazer pelo menos cinco vezes mais emendas para o estado do que um deputado federal. Precisamos que o estado atinja novamente o patamar de primeira linha. Sempre estivemos bem, agora estamos apagadinhos.
Por que a senhora resolveu concorrer?
Principalmente pelo apoio das ruas, do interior que era algo que nós não contávamos, porque a minha maior votação foi na capital. O interior não conhecia meu trabalho. Estamos desenvolvendo um trabalho intenso e está dando certo. As pessoas já estão abraçando [a possibilidade ao senado], líderes comunitários, prefeitos, que acreditam que eu possa fazer um trabalho diferenciado. Então nós vamos por este caminho.
E quem apoiaria para o governo estadual?
Nós ainda estamos em negociações. Vamos ver o que tem pela frente porque eu não dependo apenas daquilo que eu quero. Todo o apoio é estudado pelo partido.
A candidatura ao Senado está fechada com o partido?
No partido é certo. O partido deseja, incentiva e apoia. O bom é que ele compreendeu a maneira como eu me posiciono e me apoia em tudo. As vezes o pessoal diz que sou a rebelde do partido. Não sou, não. O partido tem plena consciência de todas as minhas votações. E tem plena consciência de que quando eu entrei a única exigência que fiz é que eu queria meu voto livre, votar com minha consciência.
Seu nome foi unanimidade dentro do PR?
Tranquilamente, apenas o meu nome. O partido me apoia e os outros candidatos também. Estou confiante que vou fazer um bom trabalho. Vamos ver se o estado concorda.
da Gazeta do Povo

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