quarta-feira, 19 de julho de 2017

LAVA JATO

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O braço mais discreto da Lava-Jato é mesmo nos Estados Unidos. O governo americano não só investiga o fluxo de propinas da Odebrecht, que transitou por contas bancárias nos EUA, como vasculha as contas da JBS, que desde maio negocia acordo de colaboração com o Departamento de Justiça.
A revelação do jornalista Juliano Basile, do Valor, de que uma “operação controlada” fora preparada para grampear Michel Temer em 17 de maio, em Nova York, na entrega do prêmio anual da Câmara Americana de Comércio (o presidente cancelou presença) ao prefeito João Doria, é novo indício de uma estreitíssima colaboração entre procuradores brasileiros, americanos e suíços. A atuação conjunta já resultou na devassa dos pagamentos ilegais da Odebrecht em 12 países. Ontem Janot teve diversos encontros no Departamento de Justiça dos EUA, onde fica até amanhã.

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