domingo, 9 de julho de 2017

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Mãe acusada de matar quatro filhos e o marido sorri e faz 'joinha' em tribunal


Foto: Reprodução
O crime aconteceu na quinta-feira (6), e foi relatado à polícia através de uma ligação feita às 04h47min da manhã.
O crime aconteceu na quinta-feira (6), e foi relatado à polícia através de uma ligação feita às 04h47min da manhã.

Acredita-se que a denunciante – uma mulher que falava espanhol – seria a própria Martinez, que disse ao telefone que queria denunciar um caso de esfaqueamento.

Apenas uma das filhas da acusada – Diana Romero, de nove anos de idade – sobreviveu à violenta investida. 

No entanto, as autoridades revelaram que o estado de saúde da criança, que está hospitalizada, é considerado grave.

As vítimas fatais são Martin Romero (33 anos, e esposo da acusada), Isabela Martinez (10), Dacota Romero (7), Dillan Romero (4) e Axel Romero (2).

Atuando para as câmeras


Durante a audiência, no momento em que o juiz do caso, Michael Thorpe, estava listando as sérias acusações de assassinato e ataque agravado contra Martinez, ela sorriu novamente e fez sinal de "não" com a cabeça e com um dos dedos.


Thorpe pediu à mexicana para que ela parasse de "atuar para as câmeras", advertindo que aquilo não era uma boa ideia e que provavelmente não a beneficiaria.

Quando o magistrado informou à mulher sobre o seu direito de ter um advogado, a acusada afirmou, através de um intérprete de língua espanhola, que não desejava um, acrescentando depois que os seus defensores sempre serão o seu povo e a sua fé.


Vizinhos não desconfiavam de nada errado
  
Em um comunicado, a polícia do Condado de Gwinnett afirmou que talvez nunca seja possível entender o motivo que leva uma pessoa como Isabel Martinez a tirar a vida de crianças inocentes, e que um crime de tal magnitude não afeta só as vítimas, mas também seus parentes, o bairro onde vivem e a comunidade a que pertencem.

Fotos: Reprodução

Segundo a rede de notícias CBS, alguns dos vizinhos da família – que havia se mudado recentemente para o pequeno bairro de Loganville, onde a maioria dos residentes possui origem hispânica – disseram que não suspeitavam de nada anormal na casa onde o crime aconteceu até a chegada das autoridades ao local. 

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